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Cabo e porta USB certos para não falhar o flash
Muitos erros atribuídos às ferramentas de flash (Odin, SP Flash Tool, MiFlash) são, na verdade, problemas de ligação: cabo fraco, porta USB instável, ou interferência de outros programas. Um flash que falha a meio pode deixar o aparelho sem arrancar, por isso vale a pena tratar bem desta parte.
O cabo
- Cabo de dados, não só de carga. Muitos cabos baratos só têm os fios de energia. Para testar, liga um telemóvel a funcionar e vê se o PC mostra os ficheiros.
- Cabo curto, até 1 metro. Cabos compridos perdem sinal e dão quedas.
- Fichas firmes. Se a ficha abana no conector, a ligação cai com qualquer movimento.
- Um cabo reservado para flash, de boa qualidade, que não sai da bancada.
A porta USB
- Portas de trás do PC de secretária, ligadas diretamente à placa-mãe. As da frente passam por cabos internos e são menos estáveis.
- Sem hubs nem extensões.
- USB 2.0 para os modos de baixo nível. Em BROM (MediaTek) e EDL (Qualcomm), as portas USB 2.0 costumam funcionar melhor do que as 3.0, que normalmente são azuis.
- Num portátil, liga-o à corrente durante o flash. Em poupança de energia, o Windows pode desligar as portas USB.
O computador
- Fecha os programas que mexem em USB: Smart Switch, Kies, outras ferramentas GSM, antivírus que analisam dispositivos ligados.
- Desativa a suspensão seletiva de USB nas opções de energia do Windows.
- Não uses o PC para outras tarefas pesadas durante o flash.
Durante o flash
- Não toques no cabo nem no telemóvel.
- Garante que o PC não vai suspender nem reiniciar para atualizações.
- Num local com cortes de energia, usa uma UPS. Um corte a meio de um flash é dos piores cenários.
Se um flash falhar, não desligues logo o telemóvel. Lê a mensagem de erro, troca o cabo ou a porta, e repete. Na maioria dos casos o aparelho ainda entra no modo de flash.









